Móveis chineses voltam a crescer e fábricas de Guangdong passam a vender a reforma inteira
A exportação de móveis subiu 8,7% em setembro sobre agosto, enquanto cerâmica e iluminação caem. Fabricantes oferecem pacote com projeto, entrega porta a porta e fábrica perto do cliente.

A China exportou 345,69 bilhões de yuans em móveis e partes de janeiro a setembro de 2026, alta de 2,2%, segundo dados da Alfândega de 14 de outubro compilados pelo portal China Timber. Em setembro foram 38,73 bilhões, 8,7% acima dos 35,61 bilhões de agosto. Outros itens de casa recuaram: cerâmica caiu 29,9% (80,5 bilhões) e luminárias e partes, 5,7% (191,16 bilhões).
A segunda fase da 140ª Feira de Cantão, dedicada a casa e encerrada em 27 de outubro, reuniu cerca de 11 mil expositores e 2,376 milhões de produtos, segundo o jornal New Express. Foshan, em Guangdong, exportou 15,42 bilhões de yuans em móveis até setembro (+13,2%).
O jornal descreve uma mudança no modelo de venda. A Guangdong Xinpinai (新品爱), de armários sob medida, passou a vender portas para combinar com os armários e tem fábricas na Indonésia e na Arábia Saudita. A Foshan Jingcheng (敬城) vende a reforma inteira (piso, iluminação, armários, mármore e esquadrias) com logística porta a porta; passou de 300 para mais de 2.500 funcionários desde o início de 2025 e atende mais de 120 países. A Seagull Housing (海鸥住宅) produz no Vietnã para atender os EUA, e a Jindi (金迪), com base no Vietnã, fechou cerca de US$ 2 milhões em intenções de compra com clientes da Tailândia.
Leitura CSP: para incorporadoras e redes de hotel, o fornecedor chinês "de casa inteira" simplifica a compra, mas concentra risco. Antes de fechar, confira quem responde por cada item, prazos por categoria e de qual fábrica sai cada lote. Esta leitura é nossa, não das fontes.
Fontes originais
- China Timber (木材网), dados da Alfândega de 14/10
- New Express (新快报) via 21jingji: 2ª fase da Feira de Cantão
Leitura CSP marca a interpretação da redação; o resto vem das fontes citadas.
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