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Agro e insumos

China fixa cota de 13,65 milhões de toneladas para importar fertilizantes em 2027

A cota cobre ureia, fosfato diamônico e NPK com tarifa de 1%. Empresas novas podem pedir a partir de 15 de dezembro.

Grânulos de fertilizante em sacos abertos dentro de armazém portuário
Imagem ilustrativa gerada por IA · CSP

O Ministério do Comércio da China (MOFCOM) publicou em 14 de outubro o Anúncio nº 47, datado de 10 de outubro, com a cota tarifária de importação de fertilizantes para 2027. O total é de 13,65 milhões de toneladas: 3,3 milhões de ureia, 6,9 milhões de fosfato diamônico (DAP) e 3,45 milhões de fertilizantes compostos (NPK). A tarifa dentro da cota é de 1%.

A parcela destinada ao comércio estatal é de 2,97 milhões de toneladas de ureia, 3,52 milhões de DAP e 1,76 milhão de NPK, a ser pedida pelas estatais Sinochem e China National Agricultural Means of Production Group. O restante (330 mil t de ureia, 3,38 milhões de DAP e 1,69 milhão de NPK) fica para empresas não estatais.

A distribuição é por ordem de chegada. A quantidade inicial de cada empresa depende do uso da cota em 2026: quem usou mais de 80% ganha 40% a mais; quem usou menos de 25% perde metade. Novos solicitantes começam com 2.000 toneladas, e o limite inicial é de 500 mil toneladas. Os certificados valem três meses e os pedidos começam em 15 de dezembro de 2026.

Leitura CSP: a regra premia quem efetivamente importa e pune quem reserva cota sem usar. Para exportadores de fertilizantes e para tradings que operam com a China, o dado relevante é a fatia não estatal de DAP e NPK, onde há espaço para compradores privados. Esta leitura é nossa, não do MOFCOM.

Fontes originais

Leitura CSP marca a interpretação da redação; o resto vem das fontes citadas.

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